C laudina Oliveira é Atriz; Diretora de Produção; diretora do Fórum de Cultura da Baixada Fluminense; idealizadora e realizadora do EncontrArte - Encontro de Artes Cênicas da Baixada Fluminense e realizadora do projeto Miss Baixada desde a primeira edição. fonte : followscience A Baixada Fluminense, periferia da região metropolitana do Rio de Janeiro, vem, aos poucos, reescrevendo a própria história. A denominação "baixada" é recente, pois, até o século XIX, a região era chamada "Baixada da Guanabara". Sempre foi uma regiã…
Fantasiávamos anular às reminiscências e nos desdobrar de vez em aliterações. Trajávamos paixões, afecções, convicções... Panfletando entre angústias, liras, sambas, grunges e abstratas revoluções.
Para Vânia Maré Tua lágrima Sem rosto definido O silencio De uma bala perdida - Perdida?- O ruído Da impunidade No teu ouvido Maré Fluxo e refluxo De corações partidos Maré Um anjo suburbano Posou nas tuas ladeiras Dolorido Suas asas Não puderam Conter a dor De tantos corações Destruídos Voou com um recado Para quem for Que esteja olhando Lá de cima : "Queremos apenas um pouco De justiça" Já perto do Cristo De cimento e pedra Ainda viu entre nuvens O Viaduto A Avenida Brasil O que restou das palafitas E as mães dos mortos e des…
Minha terra tem palmeiras, Igual na Barra da Tijuca; Dos passarinhos nas gaiolas, Só a mentira se escuta. De todas nossas estrelas, Só nos sobrou a Rosa, Suas faixas e “outdoores”, Nos parecem fazer troça. Em cismar, sozinho, à noite, Prazer não encontro mais lá; Minha terra tem palmeiras, Cocaína, crack e cola. Minha terra tem terrores, E há muito foi esquecida; Se eu vagar — sozinho, à noite — Me desvio de bala perdida; Minha terra tem palmeiras, Que não nasceram lá. Não permita Deus que eu morra, …
Êmula brandura, degenera-me na intuição dum tempo infame, falho, ungido, serrilhado. Lúgubre labutação da metástase insídia. Rosáceos incautos explanados. Faculdades esquivas, fractais, recalcadas, oprimidas. Lúgubre labutação da metástase insídia. Fendida argamassa às cordas da alma embaciada, moída. Omissa! Lúgubre labutação da metástase insídia. Doravante, minha esquife no arrebol, acatando podres vaidades. Lúgubre labutação da metástase insídia. Doravante, câncer! (RODRIGO DE OLIVEIRA)
Subúrbio em Transe é um projeto de cinema realizado no subúrbio carioca, um cineclube filiado a ASCINE que elabora além das exibições de filmes com debates, a produção de cursos e oficinas relacionadas a arte do cinema. todo nosso apoio ao Subúrbio em Transe
Que tal fazermos uma breve reflexão a cerca do conteúdo ideológico na indústria cultural através do filme 2012 que foi lançado recentemente no cinema? Será que podemos identificar no filme traços de elitismo, etnocêntrismo e racismo, por trás de uma mais uma história de catástrofe produzida pelos estúdios de Hollywood? Utilizando-se mau e porcamente de teorias oriundas de interpretações duvidosas da cultura Maia e de absurdos científicos, o filme 2012 narra um apocalipse que aconteceria daqui a alguns anos. Em meio a este desastre, alguns pro…
Começa um novo ano, e junto uma nova novela e velhos mitos. tempos modernos - Globo A presenta-se aqui a história: um homem, que enriquece, a partir do velho discurso do trabalho duro ( que nenhuma novela explica como acontece), constrói um edifício ao modelo cidade vertical inteligente, movido por um sistema panóptico representado pelo computador Frank. D iferente dos Tempos Modernos do Chaplin onde há o debate da massificação e exploração das forças de trabalho, onde discute-se a vida de um personagem pobre tentando se inserir na sociedade m…
Estou postando aqui o link para a versão online da palestra do professor Luigi Bordin sobre as relações do pensamento de Negri e Marx. Para assistir basta acessar o link do canal multidãoweb, escolher a parte do vídeo que se quer ver e dar play. ASSISTA AQUI - CANAL MULTIDÃOWEB
“Estava mais angustiado, que um goleiro na hora do gol”... Sem ainda ter cumprido todos os protocolos da vida adulta, que não os conjugais de nossas comunais opções e de todas as possibilidades, aí já embargadas, no desenrolar dos tempos entre os casais. Ora, como eu adorava berrar poemas simbolistas em francês, a esmo, trepado sobre os janelões de nossa casa, perdidos entre tantas dezenas de outros iguais, naquela imensa torre de pedra! “Aí, um analista amigo meu, disse que desse jeito, não vou ser feliz direito”... Ah, uma filarmônica urbana…
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